REFLEXÃO

REFLEXÃO
SAUDADE NÃO É CORPO, SAUDADE É ALMA.- MENA SOUSA

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

FLORES PARA FLORIPA...

Que mil flores desabrochem. Que mil flores
(outras nenhumas) onde amores fenecem
que mil flores floresçam onde só dores
florescem.

Que mil flores desabrochem. Que mil espadas
(outras nenhumas não)
onde mil flores com espadas são cortadas
que mil espadas florescem em cada mão.

Que mil espadas floresçam
onde só penas são.
Antes que amores feneçam
que mil flores desabrochem. E outras nenhumas não.

Manuel Alegre.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

DIA DA CULTURA

Apenas um pensamento:

"A prova de alta cultura dizer as coisas mais profundas, de modo mais simples."

(Émerson.)

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

É TÃO SUBLIME O AMOR


A voz maravilhosa e a excelente interpretação do saudoso, Francisco José.
Amo e não me canso de ouvir esta linda canção...

Mena.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

HISTÓRIA DO SENHOR MAR

Deixa contar...
Era uma vez
O senhor Mar
Com uma onda...
Com muita onda...

E depois/
E depois...
Ondinha vai...
Ondinha vem...
Ondinha vai...
Ondinha vem...
E depois...

A menina adormeceu
Nos braços da sua mãe...

De Matilde Rosa Araújo.

domingo, 10 de outubro de 2010

L`ÙLTIMA NEVE DI PRIMAVERA


DOLCE E CALDA QUESTA MELODIA. ME RECUERDO A ALGUIN COMO TU...
LO RICORDO COMO SE FOSSE SUCCESSO IERI...
....CUORE MIO NON DIMENTICO SONO PASSATI 35 ANNI!...
....BELLISSIMI RICORDI MIA GIOVENTÚ!!!

MENA.

sábado, 9 de outubro de 2010

VAGA MUNDO - FADO - AMÁLIA

Já disse adeus a tanta terra, a tanta gente!
Nunca senti meu coração tão magoado,
Inquieto por saber que o tempo vai passar,
E tu vais esquecer o nosso fado!

Partida cada vez mais sombria!
Cansada!
São nuvens negras em céu azul,
São ondas de naufrágio em mar fundo!
No meu deserto não encontro abrigo
Sem ter o amor neste mundo!

Mas se eu voltar e, como penso, esqueceste!
Troco por outro coração amargurado!
Tentarei não fazer mais castelos no ar,
E nunca mais viver um outro fado!

Partida cada vez mais sombria!
Cansada!
São nuvens negras em céu azul,
São ondas de naufrágio em mar fundo!
No meu deserto não vejo abrigo
Sem ter o amor neste mundo!

Letra: Luís Macedo ( este quando a escreveu, foi Diplomata em Paris)
Música: Alain Qullman.